Telegestão de instalações

Telegestão de instalações em Cáceres, Badajoz e em toda a Estremadura

A telegestão permite ver, ajustar e vigiar uma instalação sem estar diante dela. Na ACIPro ligamos a climatização, as centrais térmicas, os chillers e as restantes instalações técnicas dos seus edifícios a uma supervisão segura, e avisamo-lo quando algo não está bem. Trabalhamos em toda a Estremadura espanhola e províncias limítrofes.

Resposta em menos de 24 horas úteis · Toda a Estremadura espanhola e províncias limítrofes

O que é a telegestão de instalações

Telegestão é gerir uma instalação à distância: ver o seu estado, receber os seus alarmes, alterar horários e setpoints e verificar como funcionou, a partir de um computador, um tablet ou um telemóvel. É a parte remota de um sistema de gestão técnica de edifícios.

Sem telegestão, a maioria dos problemas é descoberta tarde: quando um utilizador se queixa do frio, quando chega uma fatura elevada ou quando uma avaria já parou o equipamento. Com telegestão, a instalação avisa por si própria e muitos ajustes fazem-se sem deslocações.

O edifício não precisa de ser novo. Em instalações existentes integramos os controladores que já comunicam e acrescentamos os que faltam, para que a telegestão chegue a tudo o que é importante sem trocar as máquinas.

Que instalações podem ser telegeridas

Quase qualquer equipamento com um sinal ou um protocolo de comunicação pode entrar na telegestão. O mais habitual nos nossos projetos:

  • Climatização: UTA, ventiloconvectores, recuperadores de calor, bombas de calor e unidades de tratamento de ar.
  • Produção térmica: centrais térmicas, chillers, aerotermia e depósitos de inércia.
  • Água quente sanitária: temperaturas de acumulação e retorno, programas anti-legionela.
  • Ventilação e extração: horários, caudais e estados de funcionamento e avaria.
  • Eletricidade e energia: contadores, analisadores de redes, fotovoltaica para autoconsumo e estados de quadros elétricos.
  • Outros equipamentos: estações elevatórias, iluminação ou qualquer sinal de funcionamento, avaria ou nível que convenha vigiar.

A comunicação faz-se por protocolos abertos (BACnet, Modbus, KNX ou LonWorks), de modo que equipamentos de diferentes fabricantes coexistem. Explicamo-lo em integração BMS aberta.

Respondemos-lhe em menos de 24 horas úteis com uma primeira avaliação.

Como montamos uma telegestão

Cada projeto começa por saber o que existe e o que se quer vigiar. Depois, seguimos sempre a mesma ordem:

  1. Lista de pontos. Sinais, alarmes e setpoints de cada equipamento, com o respetivo protocolo. Assim, sabe o que vai ver antes de aprovar o orçamento.
  2. Controladores e comunicações. Integramos o que existe e acrescentamos controladores onde é necessário, com quadros testados em oficina.
  3. Supervisão. Plataforma Niagara 4 com equipamentos Honeywell, gráficos próprios de cada equipamento, alarmes, horários e tendências. Se o seu edifício já tiver EcoStruxure Building Operation ou Siemens Desigo, integramo-lo.
  4. Acesso remoto seguro. Ligação cifrada, utilizadores individuais e rede de controlo separada, seguindo os princípios da série ISA/IEC 62443.
  5. Entrega e formação. Documentação, lista de pontos definitiva e formação para técnicos de manutenção e utilizadores sobre a sua própria instalação.

Cada ponto recebe um nome da nossa base de dados de nomes e é etiquetado com Project Haystack. Parece um pormenor, mas é o que faz com que, daqui a cinco anos, qualquer técnico entenda a instalação.

Alarmes que chegam a quem tem de atuar

Uma telegestão com centenas de alarmes que ninguém vê não serve para nada. Por isso, dedicamos tempo a decidir que alarmes existem, com que prioridade e a quem chegam:

  • Alarmes críticos (paragem da produção térmica, temperatura fora do intervalo em zonas sensíveis) com aviso imediato.
  • Avisos de manutenção (filtro sujo, horas de funcionamento, sonda descalibrada) agrupados para a visita seguinte.
  • Temporizações e condições para que um arranque normal não dispare falsos alarmes.
  • Registo de quem reconheceu cada alarme e quando.

Se contratar o serviço connosco, os alarmes chegam também à nossa equipa técnica, que verifica remotamente e resolve o que se pode resolver sem deslocações.

Diga-nos que edifício tem e o que o preocupa. Nós dizemos-lhe por onde começar.

Telegestão de vários edifícios a partir de um único posto

Câmaras municipais, associações de municípios, empresas com várias sedes ou cadeias de estabelecimentos têm o mesmo problema: edifícios dispersos e sem forma de saber o que acontece em cada um. A telegestão reúne-os numa única supervisão:

  • Mapa ou lista de edifícios com o respetivo estado e os alarmes ativos.
  • Horários por edifício, com calendário de feriados e férias.
  • Comparação de consumos entre edifícios semelhantes.
  • Acessos por perfil: o funcionário de uma escola não precisa de ver o mesmo que o técnico municipal.

Contamos mais sobre este caso em controlo da climatização em edifícios públicos.

Da telegestão à poupança e à manutenção preditiva

A partir do momento em que os dados chegam, podem ser aproveitados muito para além dos alarmes:

  • Relatórios mensais de funcionamento e energia, com gráficos para analisar cada alteração com dados reais.
  • Manutenção preditiva: tendências de temperaturas, pressões, consumos e horas de funcionamento para antecipar avarias.
  • Deteção automática de avarias: regras que verificam todos os dias válvulas com passagem, equipamentos fora de horário ou sondas descalibradas.
  • Gestão de energia: acompanhamento de consumos e apoio à ISO 50001 e ao cálculo da pegada de carbono.

Na nossa experiência, a otimização do controlo da climatização permite poupanças entre 15 e 40 %, com retornos habituais de 2 a 4 anos, consoante o estado de partida. Se a melhoria atingir a classe B da UNE-EN ISO 52120-1, parte do investimento pode ser financiada com Certificados de Poupança de Energia (CAE, sistema espanhol; ficha TER050).

Ligue-nos ou escreva-nos por WhatsApp para o +34 634 456 471 e analisamos o assunto consigo.

Caso de sucesso

Complexo de cinemas multissala na Estremadura: telegestão e ajustes com dados reais

Climatização de um complexo de cinemas multissala com chillers, UTA e sete salas com sonda de temperatura própria. Com a telegestão acompanhamos remotamente o funcionamento de cada equipamento e analisamos as alterações todos os meses.

O que fizemos

  • Acompanhamento remoto das tendências de temperatura de impulsão, de retorno e ambiente de cada sala
  • Horário dos chillers ajustado ao horário de abertura das salas
  • Arranque progressivo das UTA, que antes arrancavam todas ao mesmo tempo
  • Correção do setpoint do depósito de inércia e ajuste de uma válvula de três vias
  • Relatório mensal com gráficos para analisar cada alteração com dados reais

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Perguntas frequentes

Perguntas frequentes

O que é a telegestão de instalações?

É a gestão à distância das instalações técnicas de um edifício: ver o seu estado, receber alarmes, alterar horários e setpoints e consultar históricos a partir de um computador ou de um telemóvel, através de uma ligação segura. Permite detetar problemas antes de o utilizador os notar e fazer muitos ajustes sem deslocações.

É possível instalar telegestão numa instalação antiga?

Sim, na maioria dos casos. Integramos os controladores que já comunicam e acrescentamos controladores novos onde não há comunicação, aproveitando sondas, atuadores e cablagem em bom estado. Antes de orçamentar, analisamos o que existe para lhe dizer o que se pode aproveitar.

É seguro ligar a instalação à internet?

A instalação nunca é aberta diretamente à internet. O acesso remoto faz-se por ligação cifrada, com utilizadores individuais e a rede de controlo separada da restante, seguindo os princípios da série ISA/IEC 62443. Assim, é possível geri-la à distância sem expor o sistema.

Que diferença há entre telegestão e um sistema BMS?

O sistema BMS é o conjunto de controladores, comunicações e supervisão que regula o edifício. A telegestão é a possibilidade de utilizar esse sistema à distância e de receber os seus alarmes fora do edifício. Um BMS bem montado inclui telegestão, e uma telegestão precisa de um mínimo de controlo no edifício.

Posso telegerir vários edifícios a partir do mesmo posto?

Sim. Todos os edifícios são ligados a uma supervisão comum com o respetivo estado, alarmes e horários, e é possível comparar consumos entre eles. É o habitual em câmaras municipais, empresas com várias sedes e cadeias de estabelecimentos.

Trabalham fora de Cáceres?

Sim. Montamos e mantemos sistemas de telegestão em toda a Estremadura espanhola (Cáceres, Badajoz, Mérida, Plasencia e o resto da região) e nas províncias limítrofes. Depois do arranque, boa parte do serviço é prestada remotamente.

O que inclui um contrato de telegestão?

Depende do que precisar: receção e gestão de alarmes, verificação remota, relatório mensal de funcionamento e energia, visitas preventivas programadas e cópias de segurança da programação. Ajustamo-lo à instalação e ao nível de serviço que pretender.

Ligue-nos ou escreva-nos por WhatsApp para o +34 634 456 471 e analisamos o assunto consigo.

Tem um sistema de controlo que ninguém sabe manter?

Analisamos a sua instalação e dizemos-lhe o que se pode aproveitar, o que convém substituir e quanto pode poupar.

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